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Gerenciamento de Riscos

Geral

Riscos de Aquisição de Materiais

  • Descrição: Os materiais necessários para a construção do protótipo ainda não foram definidos e comprados.
  • Impacto: Atrasos no início das etapas de montagem e integração do sistema.
  • Mitigação: Estabelecimento de prazos claros para definição de materiais e negociação com fornecedores, priorizando itens críticos.

Riscos na Documentação do Projeto

  • Descrição: A documentação encontrava-se atrasada, dificultando a organização e o alinhamento entre as áreas.
  • Impacto: Falta de clareza nas etapas e requisitos, resultando em retrabalho e perda de tempo.
  • Mitigação: Organização da documentação em conjunto, avanços ao dividir tarefas

Problemas de Comunicação entre Áreas

  • Descrição: Há dificuldades de retorno entre as equipes, como falta de feedback da Eletrônica para Energia e do Software para as outras áreas.
  • Impacto: Desalinhamento no progresso do projeto e incompatibilidades entre sistemas.
  • Mitigação: Reuniões presenciais para maior diálogo entre as equipes, solicitação de feedbacks pela gerente de projeto que os repassou entre as diferentes áreas para uma maior integração.

Riscos de Cronograma

  • Descrição: Prazos apertados e imprevistos podem comprometer a entrega do PC1 e de outras etapas do projeto.
  • Impacto: Entregas atrasadas e perda de confiança entre membros da equipe e stakeholders.
  • Mitigação: Reorganização do cronograma a partir da extensão provida pelos professores. .

Estruturas

  • Falha no corte das placas: Erros no corte das placas podem gerar peças fora das dimensões corretas, prejudicando o encaixe e o funcionamento geral do equipamento.

  • Falha no dimensionamento da hélice com relação ao motor: Uma hélice incompatível com o motor pode causar sobrecarga ou subutilização, comprometendo a eficiência do mecanismo de distribuição de comida.

  • Erro no mecanismo de ciclagem: Falhas no mecanismo que regula a periodicidade da alimentação podem levar a alimentações erráticas, causando excesso ou falta de ração.

  • Erro na abertura das portas: Portas que não abrem ou travam durante o funcionamento podem bloquear o acesso à comida ou água, provocando a falha no funcionamento do dispositivo.

  • Falha no dimensionamento da furagem da estrutura: Furações incorretas podem prejudicar a montagem e a estabilidade da estrutura, resultando em um equipamento menos confiável.

  • Quebra de parte do reservatório tanto de água quanto de comida: Danos aos reservatórios podem comprometer o armazenamento e a distribuição, além de aumentar o risco de vazamentos.

  • Vazamento do reservatório provocando disfuncionalidade do equipamento eletrônico: Líquidos vazando dos reservatórios podem entrar em contato com componentes eletrônicos, causando curtos-circuitos e falhas irreparáveis.

  • Provocar deformação na base dos reservatórios: Deformações na base podem comprometer a estabilidade e o alinhamento dos reservatórios, afetando o funcionamento do equipamento.

  • Falha da peça no apoio do reservatório, onde se apoia o reservatório e o dispensador de alimento: Um suporte inadequado pode causar desalinhamento ou queda dos reservatórios, interrompendo o fluxo de comida.

  • Falha na produção do cilindro dispersador de comida: Problemas no cilindro dispersador podem levar à distribuição desigual ou falhas na liberação da ração, prejudicando o principal propósito do equipamento.

Eletrônica

  • Sobrecarga ou curto-circuito: Mau dimensionamento das baterias 18650 ou falhas no sistema nobreak podem causar danos aos componentes.

  • Falha nos sensores: Sensores de nível, peso e distância podem apresentar leituras imprecisas devido a interferências ou desgaste.

  • Problemas de conectividade ESP32: Interrupções no Wi-Fi ou falhas no firmware podem comprometer o controle e monitoramento do sistema.

  • Superaquecimento de componentes: Uso contínuo do motor de passo ou sobrecarga em circuitos pode causar elevação de temperatura e danificar o sistema.

  • Danos por umidade: Vazamentos no sistema de água podem atingir circuitos eletrônicos, provocando curtos ou corrosão.

  • Desgaste de componentes: Vida útil limitada de capacitores, relés e baterias pode levar à falha do circuito.

Medidas Preventivas

  • Implementação de proteções térmicas e fusíveis.
  • Testes regulares de funcionamento dos sensores.
  • Isolamento adequado contra umidade em áreas críticas.
  • Atualização periódica do firmware do ESP32.
  • Inspeção e substituição preventiva de componentes com desgaste.

Energia

  • Falta de Energia Prolongada: O sistema pode não suportar interrupções por tempo prolongado na rede.

  • Deterioração da Bateria: Redução da capacidade do funcionamento da bateria devido a mau uso ou condições inadequadas.

  • Falha na ventilação do sistema: O superaquecimento dos equipamentos devido a má ventilação pode trazer danos ao sistema.

Medidas Preventivas

  • Dimensionar a bateria de forma correta ao tempo de autonomia esperado e realizar testes de autonomia.
  • Alocação do UPS em local da estrutura com ventilação.
  • Testes com a bateria e seguir as recomendações e prazo de validade do fabricante.

Software

  • Falta de requisitos claros: A ausência de clareza nos requisitos pode levar a funcionalidades inadequadas ou incompletas, prejudicando o desempenho do sistema.

  • Atrasos no cronograma de desenvolvimento: Entregas fora do prazo comprometem as integrações e testes necessários para o funcionamento adequado.

  • Problemas com entregas de tarefas complexas: Falhas no planejamento de tarefas mais detalhadas podem atrasar a conclusão de funcionalidades essenciais.

  • Desentendimentos entre membros da equipe: Problemas de comunicação podem gerar inconsistências na codificação ou priorização de tarefas.

  • Falhas na validação de requisitos: Requisitos mal validados podem resultar em erros de lógica ou falhas de integração com os outros sistemas do projeto.

  • Erros de integração entre hardware e software: A incompatibilidade entre software e sensores, motores ou outros dispositivos pode causar falhas no sistema como um todo.

Medidas Preventivas

  • Reuniões semanais com stakeholders e equipe para validação contínua de requisitos.
  • Quebra de tarefas complexas em subtarefas menores, facilitando o progresso incremental.
  • Priorização de entregas incrementais, garantindo funcionalidades críticas prontas em etapas.
  • Comunicação constante entre equipes para evitar falhas na integração de sistemas.
  • Testes unitários e integrados frequentes para identificar erros antes de avançar no desenvolvimento.
  • Documentação robusta e compartilhamento de conhecimento para mitigar problemas com a saída de membros da equipe.